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REVISTAS >> Ciencias de la Vida >> Guineana
21. Dinâmica serial e contactos catenais das comunidades herbáceas anuais e vivazes do interior de Portugal continental (Beira Interior e Alentejo). Guineana
Ribeiro, Silvia; Espírito-Santo, M. Dalila
.11357924
Guineana
Volumen/Número: 21
Materia: Botánica
Páginas: 212
Fecha de edición: 2015
ISBN/ISSN: 1135-7924
Idioma: Portugués
Tipo de edición: Rústica

Precio c/IVA:
28,00 €
Cantidad:  
Neste estudo apresenta-se uma classificação fitossociológica com base em inventários próprios realizados, de acordo com a metodologia fitossociológica, em comunidades herbáceas vivazes e anuais, nas subprovíncias Luso-Estremadurense, Carpetana-Leonesa e Orolusitana Atlântica, abrangendo o SE & CE de Portugal continental. O objetivo principal é a descrição das comunidades herbáceas do ponto de vista da composição e variabilidade florística, da ecologia, da distribuição e abundância na área de estudo, da sintaxonomia, dos contactos catenais, da sindinâmica e do estatuto de conservação, tendo como base os dados recolhidos no campo e obtidos através de pesquisa bibliográfica. Foram identificadas 9 classes de vegetação herbácea, 3 classes de vegetação arbustiva, 3 classes de vegetação arbórea e 65 associações no total. Assim, as comunidades inventariadas distribuem-se pelas classes: Isoeto-Nanojuncetea; Magnocarici elatae-Phragmitetea australis; Stellarietea mediae; Tuberarietea guttatae; Poetea bulbosae; Festuco-Brometea; Lygeo-Stipetea; Stipo giganteae-Agrostietea castellanae e Molinio-Arrhenatheretea. Foram identificadas 14 ordens, 20 alianças, 43 associações e 7 subassociações, no conjunto das comunidades terofíticas e vivazes estudadas, desde biótopos oligotróficos, nitrófilos e higrófilos a mesofíticos. Obtiveram-se 12 sintaxa que correspondem a habitats da Diretiva Habitats, alguns dos quais prioritários para conservação. É apresentada uma aproximação a um modelo dinâmico-catenal no qual se identificam os padrões de resposta das comunidades herbáceas a vários fatores de perturbação. Conclui-se que o conhecimento obtido a partir da Geobotânica, nomeadamente da Sinfitossociologia, constitui uma ferramenta essencial para uma gestão sustentável do território.
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